Por Luana de Miranda:
A Feira de Mauá voltou ao Jardim dos Namorados neste final de semana 28 e 29 de setembro 2010!
E adivinha?!
Eu e Gustavo, Timilda e Devagar(“Devagar” por enquanto), fomos ESTREIAR a feira!!!
Primeiro, marcamos presença nos últimos trinta minutos do forró que sempre acontece na praça de alimentação da feira com o cantor Zé Costa, para já anunciar a nossa presença! E ele nos ajudou anunciando: “Dimilda e Devagar! Imagine o que é que vai sair daí!!!”
Dançamos juntos, separados, junto com outro par, junto com crianças... E quando o forró acabou (21horas), tentamos formar uma roda - sem sucesso. Cada um ficou nos assistindo no seu quadrado. Ou melhor, na sua mesa. Alguns outros que já estavam com a gente desde que chegamos se aproximaram mais, fortalecendo-nos. Nosso público foi bastante fiel. Ficaram até o final com a gente, rindo e participando ativamente! Foi muito gostoso!
Enfim... Primeiro fizemos abelha abelhinha. Que como é muito falado, eu ainda não consegui me adaptar muito. Depois pedimos o chapéu! Que pelo nosso público, e por ter sido o nosso primeiro espetáculo, foi muito bom (deu pra paga r o Pintando a Cara que a gente comprou antes de ir pra lá, e o transporte)!!! E depois fizemos o número do balão. Que foi maravilhoso! O melhor de todos! Funcionou muito bem – tirando a parte que estávamos na orla, e a parte que o vento venta!
Fomos muito bem elogiados, e convidados pra fazer um aniversário!
E como não poderia deixar com comentar: ganhamos até patrocinadoras!!! Que nos presentearam com cocadinhas deliciosas quando terminamos os números!!! ^^
Devagar, por sua vez, mostrou não ser nada devagar. E Gustavo chega à conclusão de que precisa de um novo nome para (o logo logo “ex”) Devagar.
Indo embora, comentei com Gustavo que se o público já tivesse assistido Carla e Igor, correríamos o “risco” de eles terem achado que fomos uma merda!!! (E fomos!!!)
Mas cada segundo, cada merda, cada coisa que não funcionou, minha (ainda) dificuldade de falar, juntamente com minha voz que quase não queria sair de tão roca... Tudo, tudo, tudo valeu a pena (ê ê)! Foi uma experiência realmente muito boa!!!
E semana que vem que vem quem sabe não compareçamos de novo!
A Feira acontece de 15 em 15 dias, e creio eu, que em todos os dias tenha palhaçada! Tenha sim senhor!
Por Luiz Gustavo:
Como foi dito acima, não soubemos controlar o publico, havia dinâmica e interação, mas de algum modo, uma ”roda” não saiu. Algo parecido com um quadrado losango eqüilátero de duas pontas se formou. Mas mesmo assim fomos em frente!
E como todos sabem (menos minha mãe), estou fazendo palhaço e aprendendo na rua.
Ventos levam a crer que não haverá mais segredo, porque enquanto me maquiava, encontrei a “unha do dedo” (amigona) de minha prima, e ainda por cima, a chamei pra participar do número Abelha abelhinha. Estudei com ela 3 anos e ela nunca me cuspiu na minha cara. Mas tudo na vida segue a história da primeira vez! E dependendo então, de como esteja o contato dela com minha prima, um ou outro, todo mundo saberá ou todo mundo saberá! Enfim, VAMOS ESPERAR!
Arrisquei bastante para uma primeira vez, falei o numero todo e usei o publico o tempo todo. Se foi de modo correto só eles sabem! Não sei se funcionou, pois não me assisti, e pela tensão de primeiro numero, não prestei atenção. Mas via sorrisos!!! Timilda ajudou na dilatação do meu palhaço de forma indireta, sabendo que ela havia feito o curso, em alguma situação estranha, ela poderia ajudar.
Algumas coisas saíram do controle. Criança assustou e chorou, careca da platéia não gostou e riu de forma mas ''inatural'' possível. Engoli e segui!
No balão, por vento demais, usei a imaginação e se não podia jogar bola pra cima acabei fazendo futebol americano. Super deu certo! O numero ficou lindo e aí sim consegui prestar atenção nos sorrisos. Testei deixar o chapéu no chão, durante todo o número do balão, e funcionou pra caramba! Ainda mais que no número do balão estávamos com todo gás. Ele ficou no mesmo lugar que eu havia colocado participando da cena conosco. Queria muito que algum dos palhaços estivesse vendo, pois, opinião da casa é sempre mais forte. Falei também quando foi oportuno do Movimento ABRE RODAS. Desenvolvi como foi possível ao momento.